The Strain Segunda Temporada Crítica

Termina mais uma ótima temporada de The Strain

Terminou mais uma empolgante temporada de The Strain e a série mostra que tem muita lenha pra queimar. Seu enredo, que mescla sci fi, História, mitologia e terror, flui muito bem e se expande na segunda temporada, acrescentando novos elementos e consolidando os já conhecidos.

A segunda temporada começa com Eph(Corey Stoll) e Nora(Mía Maestro) tentando desenvolver uma arma biológica para conter a epidemia que tem assolado Nova York. Enquanto isso o Mestre não perde tempo e cria um grupo especial de vampiros para lidar com o “Team Setrakian” e o deixa sob o comando de um personagem bem conhecido, que tem forte motivação para perseguir incansavelmente os nossos protagonistas.

Setrakian (David Bradley), por sua vez, está atrás de um meio de exterminar os strigois. Um livro muito antigo, cujo paradeiro é misterioso, pode ser sua única chance, mas ele não é o único interessado em obtê-lo. Aqui gostaria de fazer uma observação e dizer que considero interessante o modo como as criaturas são vistas através de diferentes perspectivas, de acordo com o personagem. Elas podem representar o mal absoluto, ou podem ser encaradas como uma terrível doença que precisa ser erradicada, podem significar um perigo à liberdade ou até mesmo uma bela oportunidade, como ocorre com Eldritch Palmer (Jonathan Hyde), por exemplo.

Um momento meio Walking Dead ocorre no episódio 9, quando a vereadora Justine Faraldo (vivida por Samantha Mathis) encabeça uma resistência e retomada de território das garras dos invasores, apoiada por uma equipe especial e também pela população, que entra na luta, literalmente. É um momento memorável da temporada.

Outro personagem interessante que se junta à série é Quinlan (Rupert Penry-Jones) um meio-vampiro que tem um profundo desejo de vingança contra o Mestre. Embora tenha sido pouco explorado seu personagem parece muito promissor.

Dr.Goodweather finalmente se livra daquele topete falso e encara um momento meio James Bond, o que considero também um ótimo momento da temporada.

Entre tantas boas sequências, com flashbacks interessantes, cenas de luta e conspirações entre um miojo e outro, também tivemos algumas coisas dispensáveis, como um certo romance que parece querer se desenvolver mas não ata e nem desata (como diria minha mãe). Até as reviravoltas desse caso amoroso são chatas.

O final, como é de se esperar, tem um acontecimento triste e uma esperança renovada de destruir de uma vez as criaturas. Se vai dar certo só a próxima temporada vai dizer. Uma coisa é certa: The Strain tem sido entretenimento de primeira e só podemos esperar mais emoções fortes para o próximo ano. Até 2016 então, estranhões!

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