Supergirl - Crítica da primeira temporada

Supergirl falha na primeira temporada

Supergirl teve altos e baixos nessa temporada de estreia e, infelizmente, a season finale não foi um ponto alto.

Vamos começar pelos pontos positivos da temporada. Comecemos pela protagonista, interpretada por Melissa Benoist. A moça provou durante toda a temporada que é uma boa atriz. Embora tenha um currículo ainda pequeno ela soube criar bem ambas as facetas de seu personagem, Kara Danvers e Supergirl. Foi interessante o episódio em que ela fica sob efeito da Kriptonita vermelha e se torna meio “bad girl” pois a atriz conseguiu dar ao personagem uma terceira faceta, onde ela mostra o quanto pode ser ameaçadora para toda a raça humana.

Melissa sustenta boa parte da série (nada além do esperado), mas os outros atores/personagens não estão nada mal também. Aliás Calista Flokhart esta ótima como Cat Grant, a chefe de Kara na CatCo Worldwide Media.

Hank Henshaw ou J’onn J’onz, o Caçador de Marte, que começou como um personagem linha dura, logo teve seu carisma revelado e é um ótimo aliado de Supergirl. Está sendo muito bem interpretado por David Harewood. Como “assistente” da Supergirl temos Winn (friendzone) Schott, vivido por Jeremy Jordan, que também está muito bem no seu papel.

Agora as partes ruins ou péssimas (com spoilers):

Supergirl - Primeira temporadaNos episódios finais os vilões Non e Índigo tinham todos de National City sob controle mental, através do projeto Myriad. Para tirar a população desse estado Supergirl, com ajuda de Maxwell Lord e Cat Grant, transmite uma mensagem de esperança aos cidadãos de National City através de uma rede de TV analógica e assim consegue anular os efeitos de Myriad. Interessante pois o sinal estava sendo transmitido pela TV analógica, mas todos que estavam caminhando na rua igual zumbis com seus celulares também conseguiram receber a mensagem de Supergirl e, de alguma forma, saíram do transe. Resolvendo esse problema tão facilmente, faltava o embate de Non e Índigo versus Supergirl e Caçador de Marte. Índigo, que até então tinha se mostrado indestrutível, foi quebrada no meio, literalmente, pelo marciano. Já Non, numa disputa de raios laser com Supergirl, se saiu mal. E só! Assunto resolvido! Sério que demorou 20 episódios para essa conclusão? Não houve um clima de tensão crescente durante toda a temporada, não foi bem desenvolvida a história, não houve senso de urgência, os vilões foram facilmente derrotados, o ápice da história foi pífio, frustrante.

Outro ponto ruim é o romance desnecessário entre Kara e James Olsen. TODAS as cena dos dois poderiam ser retiradas da trama e não faria diferença alguma, a não ser para melhor.

Os “efeitos especiais” também estavam péssimos durante a temporada toda. O figurino e a maquiagem de Índigo eram vergonhosos, dava para ver até o zíper da roupa dela, parecia uma smurfette desgrenhada, depois da balada. Bom, no fim há um cliffhanger que parece ter sido criado na última hora. Uma nova cápsula, similar àquelas que trouxeram Kal-El e a própria Kara, aterriza em nosso planeta. Quem terá vindo dentro dela? Pelo jeito virou moda agora criar esse tipo de gancho: Quem é o Kriptoniano? Quem Negan matou? A diferença é que essa última pergunta tem muita gente querendo saber, muitas teorias, já sobre a cápsula de Kripton…

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