Horizonte Profundo - Desastre no Golfo | Crítica

Horizonte Profundo – Desastre no Golfo | Crítica

Chega aos cinemas Deepwater Horizon ou Horizonte Profundo: Desastre no Golfo. Baseado em acontecimentos reais, se trata de um filme catástrofe que consegue fugir dos clichês tradicionais (por incrível que pareça).

Williams (Mark Wahlberg) trabalha na plataforma petrolífera chamada Deepwater Horizon e está se preparando para deixar a família por uns meses para trabalhar na estação. Seu chefe é Mr. Jimmy, vivido por Kurt Russell. Jimmy é rígido com as normas e procedimentos de segurança e, logo ao chegar a estação, percebe que o trabalho de um pessoal não está bem feito. Ele faz com que alguns testes sejam executados, contrariando Vidrine (John Malkovich) o executivo da exploradora de petróleo. O trabalho está atrasado e os “chefes” querem resultados, ignorando as normas necessárias. Nessa situação fica clara a relação entre os empregados e os donos que querem o lucro acima de tudo, mas essa crítica não vai fundo, fica apenas na superfície.

Foi explicado de um modo interessante para o espectador os termos e condutas da estação. Ao invés de colocarem dois personagens conversando entre si para descrever as coisas para o público preferiram usara textos na tela, muito mais prático..

Como tudo indicava desde o começo, um grande problema ocorre. O filme à partir daí entra numa sequência de ação, com explosões e caos tomando conta da plataforma.

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O foco é o resgate daqueles trabalhadores. Há uma boa dose de drama no filme, especialmente quando mostra a esposa de Williams, Felicia (Kate Hudson), que tem poucas notícias do que está acontecendo com o marido. A tendência seria prolongar a agonia em torno do resgate mas o filme não se alonga nisso e deixa logo claro que tudo ficará bem, o que corta um pouco a tensão do final.

Sem seguir muitos clichês do gênero, sem romance em meio ao desastre, sem situações muito impossíveis ou overacting dos atores e com o pé mais no chão, é assim que o filme se garante. Inclusive

Mark Walhberg e Kurt Russell estão bem contidos em seus papéis. Malkovich também está bem no que seria o “vilão” do filme, um executivo frio e arrogante.

Horizonte profundo não é uma obra prima, mas diverte, proporcionando um ótimo entretenimento sem recorrer a exageros.

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