Supergirl – Review da segunda temporada

Supergirl, após uma primeira temporada mediana, teve uma boa segunda temporada e se garantiu por mais um ano no ar. Parece que a mudança de emissora (da CBS para CW) foi acertada.

Esse ano a série manteve um background, desenvolvendo um arco principal envolvendo a organização Cadmus liderada por Lillian Luthor e, ao mesmo tempo, continuou com episódios do tipo monstro da semana (literalmente), o que acrescentou algum dinamismo para a série. Os temas não enjoaram e isso colaborou para que a temporada fosse bem fluida.

Por outro lado o ponto negativo ficou pelo excesso de relacionamentos que a série mostrou. Foram muitos e todos usando muito tempo para se desenvolver. Em certos momentos não parecia que estávamos vendo uma série de super-herói e sim algum drama romântico adolescente. Praticamente todo o elenco principal estava em num relacionamento e enfrentando alguma crise nele.

Kara e LenaPor se tratar de uma série protagonizada por uma mulher nada mais justo que a história se focasse em personagens femininos e essa temporada foi recheada: Kara, Alex, Maggie, Lena e Lillian Luthor, Rhea, M’gann. Aliás Lena se mostrou muito carismática e, apesar de ser uma Luthor, não demonstra nenhum traço obscuro em sua personalidade. Vamos ver o que os roteiristas têm em mente para ela.

Spoilers do fim da temporada:

Os acontecimentos dos últimos episódios deram uma ampliada nos problemas de Supergirl. A invasão dos Daxamitas, liderada pela mãe de Mon-El, causou muita destruição em National City e, ao mesmo tempo, Kara teve que lidar com a ameaça de perder seu namorado (com uma sogra dessas vale mesmo a pena investir nisso Supergirl?). Ter que escolher entre salvar a terra ou seu amor foi o desafio da nossa super heroína.

A volta de Cat Grant foi um dos pontos altos do fim da temporada. A atriz tem presença e carisma e a liderança dela na Cat.Co é natural. James Olsen tentou, mas não foi uma boa opção. Aliás foi uma péssima temporada para o personagem, que nem figurou no último episódio.

A ação na season finale garantiu um bom clima de encerramento e os efeitos especiais, embora não tenham sido excelentes, foram dignos de um programa de TV de qualidade.

Supergirl nos entregou uma boa temporada e, se Cat realmente tiver voltado para a série e os roteiristas souberem dosar o tempo dedicado aos relacionamentos, a terceira temporada tem tudo para melhorar ainda mais.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s